sábado, 21 de maio de 2016
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
A liberdade dos nós que me prendem a tí...
O meu sorriso esquisito...
escondido em paz e tranquilidade...
diante do conflito...
diante dos teus compassos,
que expressam soluços,
que dentes rangendo expressam:
raiva
confusão
ódio
e disfarça desejo.
a serenidade toma quando te beijo a fronte.
e a paz que exala do meu peito tange e me faz ser capaz de traduzir tamanha antítese...
o que deveria me deixar tal qual estás, apesar de me ferir,
me faz sentir júbilo...
uma vez que percebo que te amo...
e apesar de tudo te quero mais e mais.
Seja o pecado que houver entre nós, pois somos e sempre seremos amor em nós.
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Garota na Banheira
Te vejo em preto e branco...
em uma foto esquecida...
entre tantas cartas e recordações,
de um tempo em éramos um só.
A espuma e a água...
completavam a cena,
o champanhe não mais encena
ou deixa ébrio nossos pensamentos.
Vivemos a monotonia,
um tempo sem fantasias,
sem nexo,
e sem nós dois.
Somente:
nada.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Odisseia Drummondiana...
Hoje me vejo em telas,
sons, em filmes, letreiros e propagandas,
me vejo perdido em um mundo de alta resolução,
alto fluxo de dados,
de pixels,
de conchavos,
boatos,
fofocas que vencem a luz, pois hoje se propagam em fibra ótica,
destruindo reputações, amizades, coleguismos, ideais,
enfim, destruindo o pouco de humanidade que ainda restou.
vejo meus irmãos com medo de dar as mão,
de se entregar, em meio a tanta desilusão,
presos em seus dispositivos móveis, satisfeitos por um contato fútil,
supérfluo e superficial, que beira o diálogo com interfone de um "fast-food" de quinta categoria.
e nesse medo, nos perdemos em abandono,
erguemos muros intransponíveis para nos proteger de nós mesmos,
da entrega,
do saber viver.
E nisso, deixa-se de nascer os Rosas e outros Cartolas,
O parnaso passa a ser uma fantasia longínqua de cujo orvalho jamais desfrutaremos...
E a odisseia de Drummond, um sonho que nunca dormimos para sonhar.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
A prova...
Viver não é exato como uma questão de álgebra...
onde se pode encontrar a solução
no inicío...
no meio...
ou no fim.
A vida é como uma prova de matemática...
na qual existem problemas
no começo...
no meio...
e ao fim.
... estando bem feita a lição de casa...
é um passeio no parque... onde pode se deleitar os tinpanos e os sentidos com o canto dos pássaros que invadem
a sala...
o papel...
e o lápis,
que em punho... tal qual espada... traceja as respostas do cerne o que é viver.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Eu quero...
Quero aterrorizar seu corracao...
vandalizar seus sentimentos...
e invadir seu corpo com violencia... com paixao...
estuprando suas vaidades...
lhe privando de identidade...
ate que voce nao seja voce
e eu...
nao seja mais eu.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
A janela...
No caminho da roça,
passo em frente ao teu portão...
em frente a tua janela.
Procuro tua silhueta...
procuro a tua janela...
dentre tantas janelas iguais aquela.
Mas o espelho me confunde.
O espelho que desenha em horizonte a bela paisagem, que em outrora, foi testemunha e pano de fundo de nossa paixão.
E penso nela...
Mas em que janela?
Pouco importa... de todas as janelas quero a da tua alma... a dos olhos dela.







