sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
... diz que me ama... sem dizer que me ama... sem dizer que me quer...
sábado, 3 de julho de 2021
"Não serei Bandeira..."
domingo, 11 de abril de 2021
... da mesa ao prato.
"...te pego na escola..."
terça-feira, 16 de junho de 2020
... ranço ...
... viver a expectativa é...
... como tomar um vinho pelo rótulo
... e não pelo gargalo
... e n pela boca... e com a boca.
é não beijar a garrafa... é beber com os olhos...
é usar cabeça da maneira errada...
não sentir..
mas medir..
não viver...
mas contar..
contar vantagem... contar nos dedos... contar o fato...
desistir do fardo
... de sentir.
do fardo que é amar.
morrer como peru...
sem celebrar a vida, sem beber o vinho,
sem beijar a moça, por sob o visgo.
é beber no alambique a cachaça que queria no barril repousar...
para depois amargar... arder... pulsar... cantar... da garrafa.. para a boca,
em trago, de embriaguez odor, sabor e vexame,
vexame gostoso de historias pra contar... lembrar, cantar...
na poesia do poeta, cantor e verso do bêbado... que nada tem...
além de um sapato gasto que nada vale
além dos caminhos que trilhou.
é fumar cohiba... como cojiba...
e depois lembrar de um cojiba que teve mais sabor..
mais leve, sem o peso da obrigação de ser...
apenas sendo...
fumo... fumaça... sabor e graça...
apenas mais um trago.
quarta-feira, 10 de junho de 2020
Identidade...
pedem identidade.
quero a metamorfose de Nietzsche e do Seixas
que ser incendiário e bombeiro
que brinca de polícia e depois ser o ladrão que roubou a vergonha alheia
quero a tormenta de um mundo inteiro de sãos em um copo d'água...
quero tudo de graça e bem pago
com a beleza e delícia efêmera
de um trago
ser as paixões de todas putas
e a fé de todas as prostitutas
vestindo o hábito imaculado de quem já confessou e pagou todos
e por todos pecados do mundo.
quero vida em todos os dias
e o descanso em apenas um.
Girassol...
um dia...
eu que sou o sol..
conheci um girassol...
encabulado por ele a me olhar..
fiz chuva brotar do olhar de uma nuvem que quase me tocou.
ele sorriu pra mim...
e continuou a me encarar.
quase me tocou a fronte com um beijo a cantar...
as delicias de um dia que demoraram a findar...
um dia inteiro de amor e lascívia em uma troca de carícias
sem sequer me tocar.
quando dei por mim já era noite
perdi o dia
o girassol
a beleza que via
e só a noite escura e fria veio em mim que sou o sol...
morar.
"... meu filho."
na desgraça dessa guerra..
na fatídica noite e treva,
a beleza do verde dos teu olhos que refletem a pureza de tua petiza alma.
teu sorriso reluzente
de minha sombra carente,
me prende a voz,
me tortura como um nó em nós que de tanto
não se vê, pela falta que faz.
deixo para ti,
o ignorar da contagem de corpos,
a tristeza dos mais de inúmeros mortos...
lembranças... que saberás apenas por periódicos,
que com o tempo de tão amarelos como meus dentes,
já não te ferirão alma, como feriram, a quem te guardou.
te guardei em segredo
te guardei em meu peito,
te guardei distante
te guardei constante
dentro de mim.
no meu pensamento,
que vê o paraíso em ti, em cada desaviso,
distração, e olhar perdido,
para o horizonte da alma, que anseia contigo estar.
...meu filho.
Desafios veredas
Desafios Veredas
... eis-me pois, entre veredas
Peso e leveza nos ombros
Frutas doces ou ora azedas
Chã, obstáculos, escombros
Futuro distante, adiado,
Indefinido... Longe paragens
Só o vento como aliado
Acumulando miragens
Sonhos impróprios
Pesadelos madrugadas
Mosaicos, caleidoscópios
Zumbis X Fadas
Difuso, confuso...
Quem disse que daria certo?
Quem disse que seria táctil?
Quem disse que seria perto?
Quem disse que seria fácil?
sexta-feira, 8 de maio de 2020
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Josué...
"a razão científica não pode abranger em sua totalidade a razão vital."
nem conhecia tal frase...
ate acredito que conhecia...
porém nunca havia dedicado tanta atenção a ela...
ou talvez,
ela hoje tenha me aparecido diferente...
talvez o leitor hj seja diferente...
é...
presuposto q o autor,
há muito não pode mudar o dito...
é certo...
mudei eu.
domingo, 19 de maio de 2019
'Viver não é preciso, navegar preciso...'
Escrever me acalma a alma, que da pena da pena de tanto a trabalhar,
bem passaria o dia, sem nada a fazer, apenas vendo o tempo passar, e escutando os pássaros,
os amigos, as confissões, angústias e lamúria, úmidas ou ríspidas, que furam como prego,
ou que evaporam como água de nuvem ao tocar a rio de lava, de vulcão, que escorre para o mar como fio de choro deságua na boca de uma menina tristonha...
suave, calmo, à praia, indômito, feroz, implacável, agressivo,
no oceano, ou mar, morto, como pedra, sem vida que viajou, do centro da terra, aos mais obscuros, e rarefeitos ares da atmosfera, para morrer no fundo do mar.
É quando melhor sinto a pequena morte de cada dia, talvez ate pequena morte literal da cultura hindu.
Gozo acidental de quem não pretendia chegar ao nirvana, mas apenas se deliciar com a dança dos dedos sobre as teclas, que cantam, mas apenas produzem a mesma nota, timbre, e ôco som de "tec", a cada compasso mal dado de um coração sofredor.
O grande poeta disse uma vez "navegar é preciso, viver não é preciso", bem sei que não preciso de nada disso, pois pouco importa a exatidão do viajar, ou a incerteza de nossa grande viagem, mas simplesmente, pratico plágio descarado, indolente, sarcástico, mas ao mesmo tempo "sem cera", ou sincero se preferir, 'viver não é preciso, navegar preciso, pois escrever é indescritível'.
...e o q é preciso percebe-se em fim... ou ao fim... no final... o q preciso fosse... o que preciso é... é tocar em frente... sem medo... solavante... e mesmo que sob o sol... avante...
reto...
firme...
intrepido...
vai!
vai!
vai!
vai meu povo cantando... e sigo junto "...tocando em frente".
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
UMA ALUMIARA PARA TOM
Hoje acordei dentro do tom.
Pensei no Tom.
Pensei nos tons
Nos sons, nos sonhos.
Pensei en Fabi e nos Tonhos.
Hoje, eu acordei inspirado
Eu vi Tom iluminado,
Eu vi Tom abençoado
Ouvi um som:
Tom... tom... tom som...
Hoje eu ouvi o sino,
Ouvi o choro de um menino
Choro que o coração cala
Pois o choro é sua fala...
Hoje, eu vi e ouvi o hoje
Vi esquilos, vi fada e gnomos
Eu vi o sou, o és e o somos
Hoje, eu a cor dei.
Hoje, a cor vi
E vi flores, cores e sons.
Em todos os seus Tons
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
A...Rebentou...
Nasceu azul...
Segundo segundo escalão...
Sub dos subs...
Captaozete... Que por "des-aviso" e desavisado hoje manda em generais de toletes...
Mas poderia... E sem demagogia... Ser rosa como a mãe...
Ou quem sabe seja...
Firme...
Resistente...
E "firmemente"...
Inexoravelmente...
Inoxidável...
E hj reluzente...
Vermelho,
como o pai.








