sexta-feira, 8 de maio de 2020

Jamais diga...


"Jamais diga que as estrelas estão mortas só porque o céu está nublado."
Provérbio Árabe

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Josué...


"a razão científica não pode abranger em sua totalidade a razão vital."

nem conhecia tal frase...
    ate acredito que conhecia...

porém nunca havia dedicado tanta atenção a ela...

ou talvez,
ela hoje tenha me aparecido diferente...

talvez o leitor hj seja diferente...

é...
presuposto q o autor,
há muito não pode mudar o dito...
é certo...
mudei eu.

domingo, 19 de maio de 2019

'Viver não é preciso, navegar preciso...'

Escrever me acalma a alma, que da pena da pena de tanto a trabalhar,
bem passaria o dia, sem nada a fazer, apenas vendo o tempo passar, e escutando os pássaros,
os amigos, as confissões, angústias e lamúria, úmidas ou ríspidas, que furam como prego,
ou que evaporam como água de nuvem ao tocar a rio de lava, de vulcão, que escorre para o mar como fio de choro deságua na boca de uma menina tristonha...
suave, calmo, à praia, indômito, feroz, implacável, agressivo,
no oceano, ou mar, morto, como pedra, sem vida que viajou, do centro da terra, aos mais obscuros, e rarefeitos ares da atmosfera, para morrer no fundo do mar.

É quando melhor sinto a pequena morte de cada dia, talvez ate pequena morte literal da cultura hindu.

Gozo acidental de quem não pretendia chegar ao nirvana, mas apenas se deliciar com a dança dos dedos sobre as teclas, que cantam, mas apenas produzem a mesma nota, timbre, e ôco som de "tec", a cada compasso mal dado de um coração sofredor.

O grande poeta disse uma vez "navegar é preciso, viver não é preciso", bem sei que não preciso de nada disso, pois pouco importa a exatidão do viajar, ou a incerteza de nossa grande viagem, mas simplesmente, pratico plágio descarado, indolente, sarcástico, mas ao mesmo tempo "sem cera", ou sincero se preferir, 'viver não é preciso, navegar preciso, pois escrever é indescritível'.

...e o q é preciso percebe-se em fim... ou ao fim... no final... o q preciso fosse... o que preciso é... é tocar em frente... sem medo... solavante... e mesmo que sob o sol... avante...

reto...
firme...
intrepido...

vai!
vai!
vai!

vai meu povo cantando... e sigo junto "...tocando em frente".

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

UMA ALUMIARA PARA TOM


Hoje acordei dentro do tom.
Pensei no Tom.
Pensei nos tons
Nos sons, nos  sonhos.
Pensei en Fabi e nos Tonhos.

Hoje, eu acordei inspirado
Eu vi Tom iluminado,
Eu vi Tom abençoado
Ouvi um som:
Tom... tom... tom som...

Hoje eu ouvi o sino,
Ouvi o choro de um menino
Choro que o coração cala
Pois o choro é sua fala...

Hoje, eu vi e ouvi o hoje
Vi esquilos, vi fada e gnomos
Eu vi o sou, o és e o somos

Hoje, eu a cor dei.
Hoje, a cor vi
E vi flores, cores e sons.
Em todos os seus Tons

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Presente


Armando Coelho

A...Rebentou...

Nasceu azul...
Segundo segundo escalão...
Sub dos subs...
Captaozete... Que por "des-aviso" e desavisado hoje manda em generais de toletes...
Mas poderia... E sem demagogia... Ser rosa como a mãe...
Ou quem sabe seja...
Firme...
       Resistente...
E "firmemente"...
           Inexoravelmente...
Inoxidável...
     E hj reluzente...

Vermelho,

como o pai.

sábado, 16 de junho de 2018

Me desculpem... Mas não vou me desculpar.

Eu sou do tempo, em que dentro de casa, com meu irmãos "o couro comia"... "Qualquer chute era voadora" e "qualquer coisa abaixo do pescoço era canela" quando jogávamos bola... Também o eram, os debates... Verdadeiras verborragias, que beiravam a violência, em busca do "ter razão". 
Mas não importava o tamanho da discórdia, ou o quanto estavamos "de mau", um do outro... Quando alguém de fora ofendia um da familia... Parecia que nunca havia tido peleja entre nós, uma vez na vida sequer, seja por quem havia sido o maior jogador da selecão, ou quem de nós jogava videogame melhor. "Desciamos o cacete", e no fim, só sobrava aquele sentimento "de dó" para com quem mexeu com o "quinteto marreta".
Assim como era lá em casa, hoje somos todos contra o resto do mundo...
Sejamos todos juntos...
Porém, da mesma forma que usurparam o sagrado manto canarinho para fazer de farda no panelaço, outros defendem, que agora, não nos confraternizemos, nem regozigemos com a beleza do futebol.
Então desculpa Brasil por não comprar a camisa oficial da seleção... "Foi mal!"... Não vai caber no orçamento.
Mas não... Eu não desculpo... E me desculpa por não desculpar...
Mas para por ai... Não vou me desculpar por exercer meu patriotismo... Não vou pedir desculpas por torcer para que o brasileiro que vota com o estômago, ou melhor, por bem dizer : "com o bucho", como eu, sinta uma das poucas alegrias diantes de toda precariedade em que é obrigado a viver.
Não me desculparei por viver mais um carnaval... Outra pequena alegria do pobre como eu.
Não me desculparei de acender a fogueira em homenagem a São João, aproveitando o regalo dado ao santo, para comemorar mais uma vitória da seleção canarinha.
Não me desculparei por me divertir com as peripércias do canarinho pistola... Nem tampouco por xingar o juíz que não marcar devidamente aquela falta que decidiria a partida.
Não me desculparei de ficar triste caso o Brasil não seja campeão... Mas prometo: não conterei os gritos, quando do apito derradeiro, na final, sendo o Brasil campeão mundial de futebol... Ousarei perder a voz e a enfartar a cada gol marcado, seja ou não, por um ricaço, que muitos acham, que já esqueceu o que é ser pobre.
Acho que é essa questão... Estão ali muitos que vieram de baixo... E como todos os heróis que vieram de lugares improváveis, causam inquietude por não se adequarem aos padrões que são vendidos por uma sociedade que dá mais valor ao que parece, do que, ao que verdadeiramente se é. São personagens emblemáticos, muitas vezes toscos... Desajustados... Alguns eram até mesmo alcoólatras ou aleijados.
Mas informo aos medianos de nossa pátria, que quem foi pobre não esquece nunca, a pobreza, a privação, e inexoravelmente o que é a miséria. São situações degradantes que deixam uma marca visível, uma chaga tal qual os grilhões do navio negreiro deixaram, tal qual as cicatrizes do açoite.
E estas marcas podem até um dia se apagar da pele, se esconder um pouco do semblante. Mas nunca irão de desaparecer.
Não me desculparei mais… Já cumpri a cota, do pobre que sou, de me desculpar por me explorarem, de pedir perdão por explorarem minha ignorância, de me iludirem com shows pirotécnicos, para me roubar o que não tenho. 
Me deixem curtir o pouco que me resta, sem me desculpar:
Meu carnaval, os festejos de São João, minha cachaça e meu futebol.

domingo, 9 de abril de 2017

Eu fui...


A qur vontade...
De te ter a beldade... e com um pouco de insanidade...
Destilar teu desprezo...
Te amarrando... te batendo... te cuspindo... estuprando teu infinito...
Em magnitude de dor suprindo...
Minha ansia por te fazer doer...
Mas me vem a tona que isso não é um sonho...
Que ja em minha cama... um corpo quase sem vida depois de tao violado e maltratado... surrado... lambido e chupado...

E derrepente e quase de repente percebo...
Que apesar do desejo...
Encondido encrustado no fundo do peito...
O que eu quero mesmo é nem te ver...

Mas quando estou a ir...
Para talvez... um nunca mais ...
Abres o que consegue do teu olhos inchados e violáceos... e me sussurras distante como que em um ultimo suspiro...
Nao demores a voltar meu bem...
Vive a orgia... mas volta... so tu entendes minha deformidade mental... so tu me me satisfaz os desejos...
So tu me possui desse jeito...
Torto...
Vil...
Violento...
E que me marcou...
Pois quem te pediu pra bater mais forte...

                             ... fui eu.

quinta-feira, 30 de março de 2017

"esse tal Antonio..." - www.essetalantonio.blogspot.com

quarta-feira, 29 de março de 2017

" ... por Charles Perrault " - AUTORRETRATO - Antonio Moraes Filho - Samsung J7 - Filtros e Efeitos




" ... por Charles Perrault " - AUTORRETRATO - Antonio Moraes Filho - Samsung J7 - Filtros

"Colo" - Antonio Moraes Filho - Samsung J7 - Filtros



"Colo" - Antonio Moraes Filho - Samsung J7 - Filtros

" ... e a dor!?" - Antonio Moraes Filho - Samsung J7 - Filtros

" ... e a dor!?" - Antonio Moraes Filho - Samsung J7 - Filtros

domingo, 26 de março de 2017

Tintilar

A noite chega mais uma vez...
E so a companhia do cigarro... o televisor sem som e o tintilar da maquina de escrever aos impulsos de meus dedos e minhas angustias acomodam minha solidão.

As gotas de suor de um copo de uisque resplandecem a beleza triste de um "gouche"... de um pé esquerdo que não se adequa por não entender a pressa do dia.

Que não compreender o porque do sol se por... o porque de um adeus... o porque de não poder tomar banho duas vezes no mesmo rio... o porque da efemeridade da rosa...

E o silêncio que teima em abafar de maneira hermética e cruel o grito em meu peito... me pune... consola...

E me faz homem... e me faz depois de mais um trago no uisque... findar minha angustia e ter ciencia do que me resta...

esperar o sol nascer mais uma vez.

sábado, 25 de março de 2017

As manchetes...

A solidão da madrugada
Me aflinge os pensamentos...
Atiça os demonios em mim

E a as amarguras e finais de frases sem ponto final se fazem mais presentes.

Minha inquietude se faz mais evidente..
E se mais evidente e dificil de desperceber...

Dissimular.... a inquietude que encubro na nevoa de meu ar contemplativo...

Intelectual de quinta...
Das quintas... de bons vinhos... e botequins de conversa fiada.

De atualidades que se repetem ao longo da historia... e estorias...

Das lidas de tantos... em raiar e por de sois....
E das decadas e tantos planos e tantas ideologia... que se repetem ao longo dos seculos... que traduzem tambem numa mesmisse as repeticões das eras do universo....

E eu com tantos pensamentos... sou obrigado a digerir apenas as manchetes dos impressos do dia seguinte.

sábado, 26 de novembro de 2016

Envelhecemos juntos...

Tudo começou... num dia do céu claro
..
Um daqueles dias raros em que não ha uma nuvem a adornar o céu...
Você de salto alto... uma calça de jeans a colar no corpo, mas sem ser vulgar...
Um relógio dourado e dois anéis na mão esquerda...
Cabelo misto de loiro e castanho claro e uma implicância estampada no rosto.

Eu vestindo branco... e nariz a sustentar meus óculos de lentes redondas e sem moldura...

Não conversamos... apenas trocamos farpas... com delicadeza...

Quando da segunda vez... minha mão por imposição de minha petulância... conheceu a suavidade de seu tornozelo esquerdo e em nosso quinto desencontro minha boca conheceu teu beijo.

E hoje conheço o significado de "envelhecer juntos"... teus chinelos ainda fazem companhia aos meus... nosso retrato ainda repousa empoeirado na estante...
Junto as fotos de nossos filhos e netos.
Percebo sua ausência... e espero o dia em que os mesmos óculos de nosso primeiro encontro repousem, para não mais serem usados, em meu criado mudo.
Reside em mim... apenas a esperança de nosso reencontro.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Pro mar...

Nós somos como rio que corre pro mar,
Cachoeira ao ar,
Água na serra e batata em terra...

Fértil.

Não adianta dizeres que não...
Ou que não me queres mais.
Ou que não queres mais meus carinhos...

E atenção.

Por diversas vezes fugimos de nosso destino...
Nos entregamos a amantes...
Discordias, pequenices, futilidades...
Mas o amor resiste...
Perene...
Que nem a marios seca do sertão de meus Deus...
Há de impedir esse encontro de águas.
Pois somos como rio que corre pro mar.

terça-feira, 26 de julho de 2016

"Quaresmeira..." - Antonio Moraes Filho - iPhone 4S




"Quaresmeira..." - Antonio Moraes Filho - iPhone 4S