sexta-feira, 10 de outubro de 2014

for my sad bitch...


Sometimes... I remember you... I draw a sun on the dark days of a blank white sheet of a shit paper...
Everytime... I remember you talking  about me... Everytime I think of you, I see you saying something about my future... You talk me true... You talk through my heart... you know my heart's secrets, my fears and my soul...
And my destiny is sealed... And when I remember... I try to keep you near me... I try keep you with me... in my heart... and suddenly in a sunny day, even with the rain coming down... you are with me.

And...

I'm still with you.
I'm still loving you...

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Desleixo...

A gota pinga do bico da torneira...
Banha a porcelana branca da louca...
E dentre tantas outras gotas,
serpenteia.... dançando... livre....
A cometer sucídio, saltando do precipício no ralo.

No princípio... vida,
... ao fim,
... esgoto.

... já falo demais...

"...já falo demais sobre meus sentimentos... demonstra-los seria um exagero."

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"Kauê Muniz" - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 / 18-200mm - Recife - PE (Setembro/2014)






"Kauê Muniz" - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 / 18-200mm - Recife - PE (Setembro/2014)

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Você...

Me angustia...
... não a morte.

Mas o medo de minha ausência não ser percebida...

Medo de ninguém sentir minha falta...

De ninguem sentir saudade...

De ninguém notar que não faço mais barulho com meu violão...

Com o acelerador do carro...
Com o barrufar do punho de minha moto...
Ou o desafinar de minha voz estridente...

Mais calmo... e a luz me parece mais atraente... e percebo... e tranquilo... me vou...

Pois sei... alguém sentirá saudade...

Dos meus escritos.... de minha presença... de meus carinhos...

Alguém sentirá saudade...

...você.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Distante...

Sou um cara distante...
Distante de todos...
Distante das coisas...
Distante de tudo.

Alheio a sentimentos de momento...
A margem dos colóuios coloquiais do cotidiano...
Ignorante das manchetes do jornal do dia... e displicente quanto a soma de vitimas do "Bandeira Dois", creio extinto programa policial de rádio.

Assimilo os dias em doses homeopáticas...
Por correspondência...
Por telégrafo...
Por carta...

Distante em face... distante no tempo...

Distante...

até de mim.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Um taxi...

Um taxi...
Por conta de uns goles de cerveja.

Quatro amigos... uma balada...
Um taxista... jornada dupla... e uma noite sem dormir na com o filho no hospital...
Linha vermelha... a vontade de chegar em casa... velocidade... um cochilo... uma curva... a mureta...

Três mortos... dois aleijados...

Nunca mais corri... nunca mais tive o controle de meus pés... nem sequer pés... pois me sobrou apenas um...

Porém, mais triste foi o destino de Antonio... recebeu pelo seguro do veículo... comprou outro taxi...

Repousa em sua garagem... com cheiro e novo... seu cunhado dirigiu até sua casa...

Antonio... nunca.

Antonio só usa onibus e metrô... nunca mais entrou em outro carro... pensar em dirigir outro carro lhe causa crises de pânico... e a culpa lhe corroe a alma... a sanidade... lhe torna a vida algo semelhante a tortura...

Não piso com os dois pés... não ando com um após o outro... mas minhas rodas giram... me levam onde quero... ao contrario das rodas do carro de Antonio...

Aleijadas... tal qual o dono.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

E fico aqui...

... e fico aqui...
Na poltrona...
Junto ao abajur...
Esperando a noite passar...
Como fiz ontem...
Como fiz em tantas outras noites a te esperar.

A porta e janela fechadas para o mundo...
Sufocam o que sinto...
A dor...
Tristeza...
Angústia...
Saudade...
Sufocam minhas vontades...

Minha vontade de continuar aqui...

Desligo a luz do abajur...
mas continuo aqui...
com os olhos abertos a espera de um fim que não vem.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Sonhei...

Sonhei que você voltava...
Me acordava assim em uma noite de lua...
Com um beijo molhado e totalmente nua...

Me cobria e me aquecia do frio...
E ardiamos de paixão até a noite do próximo dia.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Tuas olheiras...


Mais uma vez a saudade me acerta em cheio,
um coração vadio, perturbado com tua ausência.

Que tanto fazes agora...
será que já esqueceste nossa história,
será que que outro ocupa agora um lugar que foi um dia preenchido por mim?

Será que realmente este lugar um dia foi meu!?

Sinto sua falta...
sinto falta da falta que você me faz por não estar aqui...

Tuas olheiras não me olham mais...

Não acaricias minhas costas...

Não gemes baixinho disfarçando o prazer.
Ao menos não junto amim,
ao menos não comigo,
quem sabe com um outro alguém...

seria ele digno de ti!?
uma coisa é certa, não te amará mais do que amei...
nem te esquecerás de mim,
nem mesmo quando estiveres nos braços de um novo amor.


terça-feira, 8 de julho de 2014

Dois barcos na praia e o brilho do mar ...



"Dois barcos na praia e o brilho do mar ..." - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 / 18-200mm - Olinda - PE

Luz do sol e a luz do Seu Fishér...




"Luz do sol e a luz do Seu Fishér, ao meio dia, no meio da ponte, do meio do canal." - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 / 18-200mm - Recife - PE



segunda-feira, 7 de julho de 2014

Já consigo sorrir...

Já consigo sorrir...
O gosto dos teus lábios são umas saudade deliciosa e o sabor o teu corpo uma marca de lembraça que não preciso nem quero esquecer...

O vinho branco e seco desce suave e doce por minha garganta...

O travesseiro me acompanha o sono...
É o lençol que me aquece e não você...

E apesar do adeus... da saudade que nunca me deixará... e do amor que sempre sentirei por ti...

Viverei sorrindo... com um contentamento nutrido pela alegria de saber que um dia fomos um... e de que o nosso "felizes para sempre" nunca deixará de existir... e que será eterno em minhas lembranças o nosso amor...

Viverei de saudade...
E sorrindo para sol que entra pela fresta da janela... ilumina e aquece o que outrora era apenas frio e escuridão em meu peito.

sábado, 5 de julho de 2014

Existem...

Existem as pessoas que amam,
As que não amam,
As que não sabem amar,
E as que amam demais.

Kauê Muniz & Wagner Alves

Dani...

Tua toalha esquecida da ultima temporada de amor em nosso recanto...
Testemunha de tantos banhos de amor... agora inutil... sente falta do perfume e da maciez do teu corpo.
Tua escova de dentes... vitima de igu desprezo... nao acaricia mais teus caninos... que por muitas vezes deixaram marcas em meu pescoço... agora ela repousa no copo... junto a pia.
Deixas-te um vazio... uma solidão sem fim o foi teu presente de despedida para mim...
Mas vazio maior foi o que deixas-te dentro de mim.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Um jogo...

O que me ocorre eh involuntario/ Envolve-me com ardor de um fogo/ Sinto-me como um  reles otario/ Irrequieto por conta de um jogo...

Manduca

domingo, 29 de junho de 2014

Um presente...

Não durmo a pensar no último dia...

Sera ele, meu ou dele,
O derradeiro presente.

Que vem... me entrega... e diz...
Com a pele de embrulho...
Com textura de presente sem futuro.

Além de tudo aquilo... que nem sequer

...  um dia foi.