Observo da janela uma borboleta...
Ela voa como voas agora...
Livre, longe do que um dia foi o teu cárcere...
Alegre por poder desfrutar da liberdade inerente a teu espírito...
Pousa sobre os lírios que hoje se alimentam daquilo que um dia foi parte de ti...
Em sonho me demonstra como estas alegre, e tua feiçao jovial me lembra mais uma vez a borboleta que vi voar através da janela...
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Tânia... (Copos de leite... )
Acordo...
Acordado meu corpo pede um trago...
A bela jaz agora no vaso...
Junto a violetas na janela...
Copos de leite lhe fazem companhia...
E agora respiram...
E se alimentam dela...
A rainha não perde a majestade...
A flor...
Se alimenta dela...
Respira por ela...
As flores, agora ela...
Que sempre foi flor aos olhos de quem hoje a vela...
A bela, a flor, o vaso e a era.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Terceira vez...
Acordei pela terceira vez esta noite...
como ritual,
um café, três cigarros.
Como companhia a escuridão, dissolvida apenas pela luz da brasa em cada trago.
Vida!?
Minha cabeça dói...
Meus ossos queimam como napalm...
Minha garganta aperta como que estrangulada,
Meus calos castigam meus pés cansados,
No entanto, meus pés ainda calças tuas sandálias,
Meu coração ainda bate por ti,
Só não como,
durmo,
penso,
ando,
ou vivo.
O julgo...
Já vivi desventuras em série,
a maior parte delas, por minha culpa, minha máxima culpa.
Mas os santos hão de me fazer justiça,
vingarão o teu julgo.
Indolente, equivocado...
Vingarão tua falta de compaixão...
teu rancor...
tua incapacidade de perdoar...
Pois muito errei,
mas não desta vez,
e mesmo assim,
me castigasse.
Prefiro o inferno...
Meus olhos ardem... a poeira, o vento e o frio de teu desprezo me fazem desejar o calor do inferno,
a realidade fria de minha melancolia e o desespero do grito de solidão de meu coração leviano me fazem ter gosto pelo sangue que corre em minhas veias...
e me fazem desistir do pulsar de meu peito em favor da paz que traz o epitáfio.
desistir do amor que sinto por ti e afirmei ser sempre meu... eterno... chama... infinito...
desistir da vida,
por susto, bala ou vício...
seja romantica como shakspeare,
ou maquiavélica como Goethe.
No concreto do térreo do edifício em que um dia morei e do qual sinto saudades,
ou no asfalto quente de um dia de sol a 200km/h...
Pobre diabo é o que sou...
Queria um dia... te dizer o que realmente sinto...
queria mais... queria que você acreditasse como acreditou na primeira vez que te vi...
Queria a paixão que sentias por mim...
Quero o amor que sentes por mim...
Quero que expresses a vontade que sente de me beijar,
misturada com a vontade que sinto por dormir,
dormir ao teu lado e sonhar contigo...
pois em sonho somos perfeitos, eu você e nosso amor.
Terei coragem um dia de mostrar quem sou,
mas quanto mais me conheço, mais medo tenho de te revelar meu carater,
minha persona,
pois ao espelho de tua alma, sou "mais-que-imperefeito", sou vilão, sou bandido, sou demônio...
... diabo pobre é o que sou.
Vai!
Seu telefone não da linha!?
A qualidade de sua chamada não é mais a mesma?
Faça como eu...
Joga essa droga de aparelho no lixo e vá falar pessoalmente com a pessoa que ama!
Não há distância que não possa ser vencida por pés dispostos...
sem saudade que não possa ser morta pela bala da disposição...
tampouco mágoa que não possa ser curada por uma boa dose de carinho...
Vai!
e ama!
A qualidade de sua chamada não é mais a mesma?
Faça como eu...
Joga essa droga de aparelho no lixo e vá falar pessoalmente com a pessoa que ama!
Não há distância que não possa ser vencida por pés dispostos...
sem saudade que não possa ser morta pela bala da disposição...
tampouco mágoa que não possa ser curada por uma boa dose de carinho...
Vai!
e ama!
Me restam poucos cigarros...
Meus amores me abandonam... por ter nascido torto,
por continuar torto,
sem jeito,
sem fé na mudança qu nunca vem,
sem coragem ou respeito pela necessidade de mudar,
sem vida,
sem vontade,
vazio,
triste,
sozinho,
só me resta a companhia de meus fantasmas e dos poucos cigarros...
que com sua névoa enebriam a dor pelas cicatrizes de uma vida de paixões.
por continuar torto,
sem jeito,
sem fé na mudança qu nunca vem,
sem coragem ou respeito pela necessidade de mudar,
sem vida,
sem vontade,
vazio,
triste,
sozinho,
só me resta a companhia de meus fantasmas e dos poucos cigarros...
que com sua névoa enebriam a dor pelas cicatrizes de uma vida de paixões.
Uma bala por caridade...
Não há santo-homem que me ajude...
a fazer uma eutanásia...
nem por caridade...
nem por compaixão...
nem por destino, que dê uma solução...
nisto que tenho e que chamam de vida.
Cantam ser bonita...
mas de tanta dor já desisti...
de ser feliz...
de ser comum...
de ser alguém se se satisfaz com o pouco que é a miséria humana.
a fazer uma eutanásia...
nem por caridade...
nem por compaixão...
nem por destino, que dê uma solução...
nisto que tenho e que chamam de vida.
Cantam ser bonita...
mas de tanta dor já desisti...
de ser feliz...
de ser comum...
de ser alguém se se satisfaz com o pouco que é a miséria humana.
Coragem...
... me atormenta a falta dela...
não por ser covarde...
não é verdade também que não seja,
mas pelo simples fato de não usufruir de toda coragem que tenho...
mataria,
roubaria,
da mesma forma e com a mesma traquilidade, que tenho,
para salvar ou doar...
seja por compaixão ou ódio,
alegria ou tristeza,
vontade ou medo...
por muito não uso o que tenho e anseio pelo que não posso tocar...
mas o que mão me dói...
é que um dia não poderei estar mais ao teu lado...
e me falta coragem pra dizer Adeus.
não por ser covarde...
não é verdade também que não seja,
mas pelo simples fato de não usufruir de toda coragem que tenho...
mataria,
roubaria,
da mesma forma e com a mesma traquilidade, que tenho,
para salvar ou doar...
seja por compaixão ou ódio,
alegria ou tristeza,
vontade ou medo...
por muito não uso o que tenho e anseio pelo que não posso tocar...
mas o que mão me dói...
é que um dia não poderei estar mais ao teu lado...
e me falta coragem pra dizer Adeus.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Apenas poeta...
Tal qual mulher que rompe resguardo...
adentrei o boteco mais uma vez após uma longa viagem...
por mundo nunca antes vistos...
por mares não navegados pelos reles mortais...
pelos comuns...
que se contentam com o corriqueiro...
e que nunca buscam nada além...
meus dedos perderam novamente o controle e datilografo meus sentimento..
exprimindo minhas experiencia, e expremendo tanto as lágrimas quanto os sorrisos que vivi...
perdi muita vida...
deixei amores para trás...
quem sabe amores que hão de retornar a minha vida um dia...
um dia quem sabe...
pois a esperança de um dia sermos um ainda não morreu dentro de mim.
Se leres esta mensagem me encanta que respondas...
O tempo de jejum passou e me banqueteio com a sopa de letras que está diante de mim...
quem dera soubesse ler...
quem dera soubesse sentir...
não aprendi...
pois sou apenas...
poeta.
Zurumbático...
Me escreves em uma carta singela...
"Tu me amas?"
Te respondo de pronto...
afinal foram apenas 2 semanas para carta chegar em tuas belas e sedosas mãos...
"Mutcho!"
Duas semanas após a indagação:
"Então vem me ver."
E o mar de cidades... horas... imprevistos... agendas... compromissos e tudo aquilo que faz a vida passar despercebida me deixa descontente... triste... aflito... choroso... xibungo... zurumbático... e minha vida de atropelos e realizações vãs... perde o sentido pois o que mais queria era estar ao teu lado...
minha mais bela puta.
"Tu me amas?"
Te respondo de pronto...
afinal foram apenas 2 semanas para carta chegar em tuas belas e sedosas mãos...
"Mutcho!"
Duas semanas após a indagação:
"Então vem me ver."
E o mar de cidades... horas... imprevistos... agendas... compromissos e tudo aquilo que faz a vida passar despercebida me deixa descontente... triste... aflito... choroso... xibungo... zurumbático... e minha vida de atropelos e realizações vãs... perde o sentido pois o que mais queria era estar ao teu lado...
minha mais bela puta.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Teus pés...
Meus pés ainda são aquecidos,
pelas sandálias que esqueceste antes de ir embora,
tuas sandálias...
guardaram o calor dos teus pés,
e hoje aquecem algo além dos meus pés...
o meu coração...
sentimentos e aliviam minha solidão.
Solidão e tristeza,
pois o canto da cama que deixaste,
ainda guarda o calor de teu seio,
de tua pele,
branco como a neve,
de tuas curvas,
sinuosas como as da estrada pra santos,
de teu beijo,
ardente e farto como tuas tetas...
há... divinas tetas...
macias como tua pele, carne e ternura.
Joga sobre mim, teu leito bom...
e o leite ruim sobre os caretas...
mas na noite de hoje...
so me fazem companhia...
o frio, a chuva, e tuas sadálias.
pelas sandálias que esqueceste antes de ir embora,
tuas sandálias...
guardaram o calor dos teus pés,
e hoje aquecem algo além dos meus pés...
o meu coração...
sentimentos e aliviam minha solidão.
Solidão e tristeza,
pois o canto da cama que deixaste,
ainda guarda o calor de teu seio,
de tua pele,
branco como a neve,
de tuas curvas,
sinuosas como as da estrada pra santos,
de teu beijo,
ardente e farto como tuas tetas...
há... divinas tetas...
macias como tua pele, carne e ternura.
Joga sobre mim, teu leito bom...
e o leite ruim sobre os caretas...
mas na noite de hoje...
so me fazem companhia...
o frio, a chuva, e tuas sadálias.
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