"Para os outros,
somos o que aparentamos ser.
Mas por essas mesmas pessoas,
seremos lembrados pelo que realmente somos."
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Autismo
Vivo no meu mundo
trancado em silêncio
as vezes grito para dentro de mim na busca de um caminho de liberdade
de libertação
posso nao demosntrar mas vejo tudo a minha volta
adoro e me preucupo com as pequenas mudanças
com os pequenos detalhes pois eles sim fazem a diferença diante do caos.
Racionalizo meus pensamentos na tentativa de parecer igual
apenas enganando a mim mesmo consigo parecer um pouco mais eu.
Apenas preciso de alguém que consiga romper os muros
quebrar a discrepancia entre meu mundo e o mundo de todos os outros
alguém que merguhe em meu mundo para me dar uma bóia
uma luz de lanterna ou farol para que eu me guie
sendo guiado para fora da escuridão
que é viver em um mundo de um homem só.
Vivi isso por mais de uma vez, infelizmente
reconheço a cada ida a superfície que meu mundo
não é tao diferente do mundo das outras pessoas.
Só que diferente delas eu me escondo das dores do mundo
por que sofro com elas,
e não por ter decidido ignora-las
olhando para o outro lado,
refletindo com descaso diante do sofrimento alheio.
No meu mundo não cabem pessoas indiferentes,
no meu mundo só cabe amor,
e nele vivo feliz, seguro e tranquilo.
Um dia tive um sonho, sonhei que fazia do meu mundo o mundo de todos
os meus irmãos.
E nele viviamos felizes, tranquilos e apaixonados pela vida.
Acordei então sabendo que minha missão era tentar trazer meu mundo ao
mundo que se apresenta aos meus olhos.
Assim não terei mais de viver no meu mundo, pois trarei do mundo
que se apresenta ao meu coração
o amor que me fez viver até os dias de hoje,
o amor que sinto por viver, e vivo por que sei que um dia
farei parte de algo que contruí junto
amei junto, e vivi junto.
De mim, dos meus,
e de Deus.
trancado em silêncio
as vezes grito para dentro de mim na busca de um caminho de liberdade
de libertação
posso nao demosntrar mas vejo tudo a minha volta
adoro e me preucupo com as pequenas mudanças
com os pequenos detalhes pois eles sim fazem a diferença diante do caos.
Racionalizo meus pensamentos na tentativa de parecer igual
apenas enganando a mim mesmo consigo parecer um pouco mais eu.
Apenas preciso de alguém que consiga romper os muros
quebrar a discrepancia entre meu mundo e o mundo de todos os outros
alguém que merguhe em meu mundo para me dar uma bóia
uma luz de lanterna ou farol para que eu me guie
sendo guiado para fora da escuridão
que é viver em um mundo de um homem só.
Vivi isso por mais de uma vez, infelizmente
reconheço a cada ida a superfície que meu mundo
não é tao diferente do mundo das outras pessoas.
Só que diferente delas eu me escondo das dores do mundo
por que sofro com elas,
e não por ter decidido ignora-las
olhando para o outro lado,
refletindo com descaso diante do sofrimento alheio.
No meu mundo não cabem pessoas indiferentes,
no meu mundo só cabe amor,
e nele vivo feliz, seguro e tranquilo.
Um dia tive um sonho, sonhei que fazia do meu mundo o mundo de todos
os meus irmãos.
E nele viviamos felizes, tranquilos e apaixonados pela vida.
Acordei então sabendo que minha missão era tentar trazer meu mundo ao
mundo que se apresenta aos meus olhos.
Assim não terei mais de viver no meu mundo, pois trarei do mundo
que se apresenta ao meu coração
o amor que me fez viver até os dias de hoje,
o amor que sinto por viver, e vivo por que sei que um dia
farei parte de algo que contruí junto
amei junto, e vivi junto.
De mim, dos meus,
e de Deus.
domingo, 27 de junho de 2010
Triste amor...
Hoje sou mais forte, mais amoroso, compreensivo, um pouco mais triste tambem confesso
Mais triste por ter feito o que fiz quando devia ter pensado antes de agir
mais triste por ter tomado atitudes erradas mesmo sem saber que eram erradas
seja por medo de sofrer ou de fazer sofrer quem tanto amo.
Mas o importante é que da enchurrada sobraram destroços, e dos feridos
salvaram-se todos, alguns com graves sequelas, mas o que importa é que vivos estão.
Prontos para receber ou dar o perdão a alguém que feriu e foi ferido.
Perdoam-me os pecados, e consigo me perdoar, que bem me faz a liberdade da misericordia alheia.
A segurança que me enche o peito, e o amor que habita minha mente hoje se completam
em uma sinfonia que reluta em sair de mim, mas que já não cabe a ser escutada pela plateia de um homem só
tão pouco de uma plateia representada por um só homem.
Gritarei aos ventos, e até mesmo convencerei a Rosa que determina a direção deles para que
ela me empreste o perfume, pois com o perfume dela e com o amor que sinto
te conquistarei, vos conquistarei, mais uma vez, e mais uma vez terás comigo,
alegrias, traquilidade, segurança, respeito e mais importante:
Paz para viver este amor.
Mais triste por ter feito o que fiz quando devia ter pensado antes de agir
mais triste por ter tomado atitudes erradas mesmo sem saber que eram erradas
seja por medo de sofrer ou de fazer sofrer quem tanto amo.
Mas o importante é que da enchurrada sobraram destroços, e dos feridos
salvaram-se todos, alguns com graves sequelas, mas o que importa é que vivos estão.
Prontos para receber ou dar o perdão a alguém que feriu e foi ferido.
Perdoam-me os pecados, e consigo me perdoar, que bem me faz a liberdade da misericordia alheia.
A segurança que me enche o peito, e o amor que habita minha mente hoje se completam
em uma sinfonia que reluta em sair de mim, mas que já não cabe a ser escutada pela plateia de um homem só
tão pouco de uma plateia representada por um só homem.
Gritarei aos ventos, e até mesmo convencerei a Rosa que determina a direção deles para que
ela me empreste o perfume, pois com o perfume dela e com o amor que sinto
te conquistarei, vos conquistarei, mais uma vez, e mais uma vez terás comigo,
alegrias, traquilidade, segurança, respeito e mais importante:
Paz para viver este amor.
"Só um amor não realizado pode ser romântico."
Mania chata de ser do homem que não vive
mas apenas vê o que poderia ter vivido se menos cuidado passasse a ser sua
diretriz de vida.
Medo de se machucar ou de machucar engessa a atitude do homem
e empaca o bonde da liberdade e do amor.
Queira ser mais livre, mas não só queira, dê um passo a frente antes de pensar em viver.
Haja duas, três ou vinte vezes antes de pensar.
Não seja refém de seus medos.
Se tiveres amor no coração e viveres em função de algo além de desejos egoístas
viveras muito não apenas em anos mas em realizações, prazer e vida.
O segredo de seguir em frente não está em olhar para frente mas sim em dar passos
um após o outro...
mas apenas vê o que poderia ter vivido se menos cuidado passasse a ser sua
diretriz de vida.
Medo de se machucar ou de machucar engessa a atitude do homem
e empaca o bonde da liberdade e do amor.
Queira ser mais livre, mas não só queira, dê um passo a frente antes de pensar em viver.
Haja duas, três ou vinte vezes antes de pensar.
Não seja refém de seus medos.
Se tiveres amor no coração e viveres em função de algo além de desejos egoístas
viveras muito não apenas em anos mas em realizações, prazer e vida.
O segredo de seguir em frente não está em olhar para frente mas sim em dar passos
um após o outro...
Epônimos
Acredito na importância dos epônimos, porém tal importância ser restrita apenas a uma forma de homenagem
tal como tratam os epônimos hoje é um absurdo.
Uma vez que por muitas vezes restringem o conhecimento algo parecido com:
E o Bloomberg? - Pergunta um amigo - Negativo! - Responde o outro.
Acredito que os imortais serem lembrados é algo de suma importância, mas a utilização dos epônimos restrigem o conhecimento sobre estes grande homens a algo que não dignifica a passagem deles por esse mundo, mas apenas vulgarizam nomes que deveriam ser lembrados com solenidade e respeito.
Por isso tenho dito, quer usar um epônimo, o faça. Mas antes, leia o mínimo possível sobre o homem de quem tratas pelo nome, com tanta intimidade, no dia-a-dia de tua prática.
tal como tratam os epônimos hoje é um absurdo.
Uma vez que por muitas vezes restringem o conhecimento algo parecido com:
E o Bloomberg? - Pergunta um amigo - Negativo! - Responde o outro.
Acredito que os imortais serem lembrados é algo de suma importância, mas a utilização dos epônimos restrigem o conhecimento sobre estes grande homens a algo que não dignifica a passagem deles por esse mundo, mas apenas vulgarizam nomes que deveriam ser lembrados com solenidade e respeito.
Por isso tenho dito, quer usar um epônimo, o faça. Mas antes, leia o mínimo possível sobre o homem de quem tratas pelo nome, com tanta intimidade, no dia-a-dia de tua prática.
sábado, 19 de junho de 2010
Sabedoria populosa
Minha pior mania é a de querer entender toda a humanidade
até entendo a humanidade de um ou de outro
a conseguir entender a de todos que me rodeiam me estafa o coração,
e atordôa minha limitade mente de gênero limitado que se diz sábio, Homo.
Portanto repudio o fato de todo homem ser sábio, bem como repudio a premissa de que poucos
o são.
Hoje creio na sabedoria de todos mas cada um em sua capacida de resolver seus conflitos
inter e intrapessoais, e na sabedoria maior de conseguir apenas servir de esteio para outrem na angustia
alheia.
até entendo a humanidade de um ou de outro
a conseguir entender a de todos que me rodeiam me estafa o coração,
e atordôa minha limitade mente de gênero limitado que se diz sábio, Homo.
Portanto repudio o fato de todo homem ser sábio, bem como repudio a premissa de que poucos
o são.
Hoje creio na sabedoria de todos mas cada um em sua capacida de resolver seus conflitos
inter e intrapessoais, e na sabedoria maior de conseguir apenas servir de esteio para outrem na angustia
alheia.
Crônica de tio manduca...
"Aí está a cronica do tio manduca, que esqueci de postar.
Segue em vários pedaços porque não tive tempo de ajeitar.
Só vai terminar por ler quem realmente quiser acreditar.
São rimas pobres mas foi o que deu pra arrumar,
de tanta era a vontade de teclar."
Segue em vários pedaços porque não tive tempo de ajeitar.
Só vai terminar por ler quem realmente quiser acreditar.
São rimas pobres mas foi o que deu pra arrumar,
de tanta era a vontade de teclar."
Teimosia Andaluz, por favor não leia!
Não serei o primeiro nem o único a morrer de forma reticente, como um projeto inacabado, a exemplo dos elefantes brancos de estradas que ligam nada a coisa alguma. Pouco importa para a oficialidade, que não eu tenha sucumbido à corrupção sistêmica. E não me consola me dizer que “sou capaz de decolar um Boing num quarteirão”...
Armando Coelho Neto
Bafana, bafana! Minha vuvuzela está solta! Afinal, sou o resultado do que como, do que li, do que vivi. A recíproca é verdadeira, de forma a ser também o resultado do que não comi, do que não li, do que não vivi. Nos dois casos, pode por o verbo no presente e o resultado será o mesmo, ou seja, uma massa amorfa, insípida, inodora, absolutamente indigesta, irremediavelmente inadministrável por mim ou qualquer outro ser vivente. Sou o começo de alguma coisa diante do sentimento de algo inacabado - e isso é uma constante.
A este ser-ou-não-ser costumo agregar a condição de sonhador. Afinal, sonhei, quando jovem, com um País para mim, depois para nossos filhos, netos, bisnetos, um sonho que abrange um renitente e insaciável sentimento sócial, posto que a miséria crônica me é algo absolutamente angustiante. Afinal, vi crianças pedindo esmola nos semáforos da Avenida Norte, em Recife, que lá envelheceram. Os que se revoltaram, depois de tanto “não”, enveredaram pelo roubo, pelo tráfico, foram atropelados, estão presos ou mortos. Mas, isso aqui não é uma crônica policial nem um manifesto político. É talvez um...
Sou, pois, o resultado dos lugares onde “jamais estive mas não canso de sonhar”, de que fala Eduardo Dusek. Aliás, uma máxima que se aplica a tantas pessoas e não serei o primeiro nem o único a morrer de forma reticente, como um projeto inacabado, a exemplo dos elefantes brancos de estradas que ligam nada a coisa alguma. De tão complicado que sou, de nada me consola alguém vir me dizer e já disseram ( não preciso citar nomes) que “sou capaz de decolar um Boing num quarteirão, mas que na hora da tempestade ninguém sabe pra que lado irá voar”. Exageros à parte, é claro que sabem, pois voarei para o lado da justiça, do bem comum, ainda que nada disso sirva para a operacionalidade oficial. Pouco importa para a oficialidade, que não eu tenha sucumbido à corrupção sistêmica e que continue a acreditar que a lisura pode ser o caminho, um referencial de vida ainda que precário ou outro sonho. Pouco importa, agora, não para eles – os oficialistas, mas para mim, que eu não tenha chegado ao meu limite. Afinal, a visão de que ser corrupto é apenas receber dinheiro para fazer ou deixar de fazer algo em detrimento do interesse público, soa-me um tanto monetarista, muito afeta ao cristianismo capital. Papai, que tinha vergonha de dever na quitanda, dizia haver gente que se corrompem sem por um centavo no bolso. Sábio Armandão!
Pouco importa que a tudo isso chamem de romantismo. “Noutras palavras sou muito romântico”, já dizia um imbecil amado pelo País afora, o mesmo imbecil a quem sucumbo e reverencio depois da terceira dose. Sou portanto, também, o antes e o depois da dose e “a me me encanta”, como dizem os boêmios de Andaluzia, onde sim, lá estive e não canso de sonhar... Tenho pois, um quê desse “se chorei ou se sofri o importante é que emoções eu vivi”. Mas tenho a teimosia. Eu e a minha teimosia andaluz - por favor não leia este texto. Puxa(!), eu deveria ter dito isto antes, mas sou o resultado do que eu não disse, de não haver mandado alguns chefetes às favas, de não haver dito “eu te amo”, “fica mais um pouco”, “quero mais uma dose”, “claro que sim”...
Sou, pois, o resultado disso tudo. Mas... - o que se passa comigo ao pensar que alguém possa estar interessado em quem sou eu?. Oh, vil semovente romano, como ousas pensar?! Não vou responder essa questão, posto que afinal, sou a imagem que o oficialismo tem de mim; sou o que pensam os que talvez gostem de mim; sou a mosca na sopa do Raul Seixas e é essa leitura que vale para o mundo-cão.
Eis, pois que, com o compromisso irremediável de não querer falar coisa-com -coisa, tropeço em (in)versos descontrutivos, por aí afora, “pela estrada de Cintra, ao luar e ao sonho” (FP), num misto de rascunho inacabado. Leia-se: um composto químico derivado da devoção a Rui Barbosa, Fernando Pessoa e Clarisse Lispector, mas com rompantes anímicos de Maguila Queixo de Vidro e Popó sem feijoada.
Apenas palavras...
Tal como meu tio armando, o manduca. Tive o prazer, e Deus me fez a caridade de me mandar filho de um homem digno quanto ao que se vale de honestidade e exemplo de vida.
Sempre andei na linha, sempre fui reto. Até o dia em que quis alçar vôos com os quais nem este homem compartilhava, por não entender ou simplesmente por acreditar que não fosse o melhor para mim. Não cabe a mim julga-lo e sim julgar minha incapacidade de ser eu mesmo.
Não tolero as dores do mundo e nunca tolerarei, mas sei da necessidade que a dor impôe aos que sofrem, pois muitas vezes é do terrenos mais fétido que surgem as mais belas orquídeas.
A revolta sem causa me consumia, pois acreditei por muito tempo, pra ser exato até meus doze anos que uma revolução mudaria o mundo.
Mudei de ideia depois de saber que isso havia sido tentado antes, e que não era nenhuma novidade o que propunha, e tive certeza quando escutei da boca de uma amiga um trecho de um livro, algo do tipo: "Tio, calma, as vezes é preciso uma revolução para que tudo continue como está."
Bem meus mestres me ensinaram muito, e muito além do que as simples fórmulas ou conteúdo de livros, me ensinaram a amar e a acreditar nas pessoas, a acreditar que a sulução do mundo não está nem está na intolerância de quem acusa, nem tão pouco na falta de escrúpulos de quem comete um crime. E sim na vontade por parte de quem faz o certo de ensinar quem faz errado a fazer o certo. Só apenas um pouco mais de paciência é o que Lenine pede ao mundo em sua música e é só isso que eu peço a quem me escuta, paciencia não apenas com quem amamos, mas principalmente com aqueles que mais desprezamos, pois são eles que mais precisam.
Pode um homem me enganar uma vez, mesmo que eu saiba que ele me enganou, pode ele tornar a me enganar, pois sei que tudo vai ficar bem, pois se ele teve coragem de tentar me enganar pela segunda vez é porque era realmente disso que ele precisava, e se era só o que eu tinha para oferecer, me dou por satisfeito.
Ao meu tio Manduca pelo carinho em me mandar mais uma crônica de sua autoria.
Sempre andei na linha, sempre fui reto. Até o dia em que quis alçar vôos com os quais nem este homem compartilhava, por não entender ou simplesmente por acreditar que não fosse o melhor para mim. Não cabe a mim julga-lo e sim julgar minha incapacidade de ser eu mesmo.
Não tolero as dores do mundo e nunca tolerarei, mas sei da necessidade que a dor impôe aos que sofrem, pois muitas vezes é do terrenos mais fétido que surgem as mais belas orquídeas.
A revolta sem causa me consumia, pois acreditei por muito tempo, pra ser exato até meus doze anos que uma revolução mudaria o mundo.
Mudei de ideia depois de saber que isso havia sido tentado antes, e que não era nenhuma novidade o que propunha, e tive certeza quando escutei da boca de uma amiga um trecho de um livro, algo do tipo: "Tio, calma, as vezes é preciso uma revolução para que tudo continue como está."
Bem meus mestres me ensinaram muito, e muito além do que as simples fórmulas ou conteúdo de livros, me ensinaram a amar e a acreditar nas pessoas, a acreditar que a sulução do mundo não está nem está na intolerância de quem acusa, nem tão pouco na falta de escrúpulos de quem comete um crime. E sim na vontade por parte de quem faz o certo de ensinar quem faz errado a fazer o certo. Só apenas um pouco mais de paciência é o que Lenine pede ao mundo em sua música e é só isso que eu peço a quem me escuta, paciencia não apenas com quem amamos, mas principalmente com aqueles que mais desprezamos, pois são eles que mais precisam.
Pode um homem me enganar uma vez, mesmo que eu saiba que ele me enganou, pode ele tornar a me enganar, pois sei que tudo vai ficar bem, pois se ele teve coragem de tentar me enganar pela segunda vez é porque era realmente disso que ele precisava, e se era só o que eu tinha para oferecer, me dou por satisfeito.
Ao meu tio Manduca pelo carinho em me mandar mais uma crônica de sua autoria.
Desafio
Adoro escrever, só que muitas vezes me falta do que escrever, pois quando leio uma matéria de jornal, revista ou livro, não o critico, tento apenas entender o que levou aquela pessoas a escrever aquilo. Não do tipo de pessoa que fica tentando justificar algum acontecimento apelando pra boatos, ou elocubrações infundadas.
Portanto como aqui sou livre pra escrever o que quero do jeito que quero e a hora que quero apenas requisito ajuda aos poucos que vêm aqui ler o que este pobre vagabundo escreve em seus momentos de liberdade:
"Me diga sobre o que escrever, me dê um tema."
Para tanto basta adicionar um comentário a este "Post".
Abraços,
Portanto como aqui sou livre pra escrever o que quero do jeito que quero e a hora que quero apenas requisito ajuda aos poucos que vêm aqui ler o que este pobre vagabundo escreve em seus momentos de liberdade:
"Me diga sobre o que escrever, me dê um tema."
Para tanto basta adicionar um comentário a este "Post".
Abraços,
Drama de quem escreve
O que mais angustia o homem que escreve é que por muito tempo
suas palavras ecôam apenas na mente dos muitos que apenas lêem.
O que angustia o homem ator de palco é que ele tem naquele breve momento
a resposta instantânea do público, e com isso deve se contentar.
Mas o que assemelha ambos é o fato de o que mais querem não é reconhecimento
é apenas ter uma resposta, sincera, para que construa de maneira adequada
seu trabalho e suas paixões, sabendo que é humano que erra e acerta,
e que pode fazer melhor
sempre.
suas palavras ecôam apenas na mente dos muitos que apenas lêem.
O que angustia o homem ator de palco é que ele tem naquele breve momento
a resposta instantânea do público, e com isso deve se contentar.
Mas o que assemelha ambos é o fato de o que mais querem não é reconhecimento
é apenas ter uma resposta, sincera, para que construa de maneira adequada
seu trabalho e suas paixões, sabendo que é humano que erra e acerta,
e que pode fazer melhor
sempre.
Pássaro
Sofro por que um dia fui alguém que conseguia agir e pensar nos momentos
mais difíceis não porque não sofria, apenas, me abstraia da realidade
por força de impulso, que me fazia continuar vivendo.
Hoje que não consigo mais dissociar o sofrimento do outro do meu,
perpetua em mim a angustia alheia, o que me faz crer que
o que mata, que faz o homem sofrer não são as doenças
e sim as dúvidas, a incerteza, a angustia.
Nunca tive medo de morrer, e acho q nunca terei, não sei ao certo
se isso é altruísmo, pois sei que as pessoas que apesar dos meus defeitos,
que nao sao poucos, me amam, sofreriam caso eu as privasse do meu único bem.
Então acredito mesmo que seja egoísmo de minha parte, sendo assim portanto
me resigno a conviver com o sofrimento alheio, mas não me impeça de
ficar triste, de chorar, de ter medo, e de vez por outra
perceber que minha asa está quebrada e que preciso de um tempo para sarar.
mais difíceis não porque não sofria, apenas, me abstraia da realidade
por força de impulso, que me fazia continuar vivendo.
Hoje que não consigo mais dissociar o sofrimento do outro do meu,
perpetua em mim a angustia alheia, o que me faz crer que
o que mata, que faz o homem sofrer não são as doenças
e sim as dúvidas, a incerteza, a angustia.
Nunca tive medo de morrer, e acho q nunca terei, não sei ao certo
se isso é altruísmo, pois sei que as pessoas que apesar dos meus defeitos,
que nao sao poucos, me amam, sofreriam caso eu as privasse do meu único bem.
Então acredito mesmo que seja egoísmo de minha parte, sendo assim portanto
me resigno a conviver com o sofrimento alheio, mas não me impeça de
ficar triste, de chorar, de ter medo, e de vez por outra
perceber que minha asa está quebrada e que preciso de um tempo para sarar.
Apenas palavras
A simples certeza de saber que sofrem, de ver sofrer
me angustia a tal ponto de ter decidido fazer algo para mudar isso
desde cedo busquei a maneira mais lógica de faze-lo
até descobrir que o melhor que se pode fazer para ajudar quem sofre
não é curar-lhe as feridas ou remediar suas angustias
mas sim estar presente para que quando precisem de uma palavra de amor
saibamos escolhe-la de tal forma mintamos para nós mesmos
nem para os que sofrem.
me angustia a tal ponto de ter decidido fazer algo para mudar isso
desde cedo busquei a maneira mais lógica de faze-lo
até descobrir que o melhor que se pode fazer para ajudar quem sofre
não é curar-lhe as feridas ou remediar suas angustias
mas sim estar presente para que quando precisem de uma palavra de amor
saibamos escolhe-la de tal forma mintamos para nós mesmos
nem para os que sofrem.
Norto
Me falam de erros de grafia, mas não seria a grafia apenas expressão
visual do que o homem acredita representar adequadamente som ou idéia!?
Então me reservo ao direito de grafar errado o que bem entender pois grafando errado estou me distanciando do orto e nem sempre fazer tudo como manda o livro
Como mandam as regras traz benefício ao mundo, afinal ser reto é mais que seguir regras a risca, é ser sábio pois muitas das vezes é preciso entender que regras foram feitas apenas para nortear o homem, não para lhe impedir de mudar de direção.
visual do que o homem acredita representar adequadamente som ou idéia!?
Então me reservo ao direito de grafar errado o que bem entender pois grafando errado estou me distanciando do orto e nem sempre fazer tudo como manda o livro
Como mandam as regras traz benefício ao mundo, afinal ser reto é mais que seguir regras a risca, é ser sábio pois muitas das vezes é preciso entender que regras foram feitas apenas para nortear o homem, não para lhe impedir de mudar de direção.
A Arte de Aprender
Faça a pergunta certa a pessoa certa
Perguntas erradas as pessoas erradas
A diferença entre a pessoa certa e errada conciste unicamente na sencível diferença
de que a pessoa certa poderá te ensinar algo diferente daquilo que poderás lêr
ou aprender por si só.
Perguntas erradas as pessoas erradas
A diferença entre a pessoa certa e errada conciste unicamente na sencível diferença
de que a pessoa certa poderá te ensinar algo diferente daquilo que poderás lêr
ou aprender por si só.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Apego e medo
O apego reduz a capacidade humana de racionalizar qualquer situação em virtude de um medo simple o de perder.
Seja apego material ou humano. Não quer dizer que se deve pregar a falta de carinho amor entre nos irmão mas sim saber que sempre há de se dizer adeus um dia.
Seja apego material ou humano. Não quer dizer que se deve pregar a falta de carinho amor entre nos irmão mas sim saber que sempre há de se dizer adeus um dia.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Matematicamaniac
Por viver sempre na certeza de que nada é certo
pois tudo que existe envolve a simples probabilística maneira
de se admitir qua apesar de toda estatística
qualquer acontecimento implica apenas em dois resultados
a probabilidade do sim e do não
me especializei no que mais gosto
matematicamente falando a arte de resolver problemas
pois tudo que existe envolve a simples probabilística maneira
de se admitir qua apesar de toda estatística
qualquer acontecimento implica apenas em dois resultados
a probabilidade do sim e do não
me especializei no que mais gosto
matematicamente falando a arte de resolver problemas
Delirium das 10
Enquanto destilo a irritação de ser incomodadao do quem mais pessoal
vivo
Inisto na certeza de saber que felizmente
nunca estive, nunca estou e nunca estarei sozinho
mesmo que toda dor da humanidade se abata sobre mim
lembra disso e faz disso um lema
pois acreditar que estar mal acompanhado é melhor que estar sozinho
nada mais é que adimitir para si a carência
e o medo que todo ser que existe tem de ficar só
vivo
Inisto na certeza de saber que felizmente
nunca estive, nunca estou e nunca estarei sozinho
mesmo que toda dor da humanidade se abata sobre mim
lembra disso e faz disso um lema
pois acreditar que estar mal acompanhado é melhor que estar sozinho
nada mais é que adimitir para si a carência
e o medo que todo ser que existe tem de ficar só
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