quinta-feira, 14 de abril de 2016

Garota na Banheira II




"Garota na Banheira II" - Antonio Moraes Filho - Galaxy Gran Duos - Filtros

Garota na Banheira III



"Garota na Banheira III" - Antonio Moraes Filho - Galaxy Gran Duos - Filtros

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

"Me erra!" - Antônio Moraes Filho - Nikon D90 - 18-200mm - Filtros - 03/10/2011



"Me erra!" - Antônio Moraes Filho - Nikon D90 - 18-200mm - Filtros - 03/10/2011






E só... - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 - 18-200mm - Filtros - 24/03/2014



E só... - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 - 18-200mm - Filtros - 24/03/2014





Praça Rosa - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 - 18-200mm - Filtros - 13/10/2012





Praça Rosa - Antonio Moraes Filho - Nikon D90 - 18-200mm - Filtros - 13/10/2012



quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

"O Viajante 2" - Antonio Moraes Filho - Galaxy Gran Duos - 2015



"O Viajante 2" - Antonio Moraes Filho - Galaxy Gran Duos - 2015

"O Viajante 1" - Antonio Moraes Filho - Galaxy Gran Duos - Filtros - 2015



"O Viajante 1" - Antonio Moraes Filho - Galaxy Gran Duos - Filtros - 2015

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Odisseia Drummondiana...


Hoje me vejo em telas,

sons, em filmes, letreiros e propagandas,

me vejo perdido em um mundo de alta resolução,

alto fluxo de dados,

de pixels,

de conchavos,

boatos,

fofocas que vencem a luz, pois hoje se propagam em fibra ótica,
destruindo reputações, amizades, coleguismos, ideais,
enfim, destruindo o pouco de humanidade que ainda restou.

vejo meus irmãos com medo de dar as mão,
de se entregar, em meio a tanta desilusão,
presos em seus dispositivos móveis, satisfeitos por um contato fútil,
supérfluo e superficial, que beira o diálogo com interfone de um "fast-food" de quinta categoria.

e nesse medo, nos perdemos em abandono,
erguemos muros intransponíveis para nos proteger de nós mesmos,
da entrega,
do saber viver.

E nisso, deixa-se de nascer os Rosas e outros Cartolas,

O parnaso passa a ser uma fantasia longínqua de cujo orvalho jamais desfrutaremos...

E a odisseia de Drummond, um sonho que nunca dormimos para sonhar.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A prova...

Viver não é exato como uma questão de álgebra...
onde se pode encontrar a solução
no inicío...
no meio...
ou no fim.

A vida é como uma prova de matemática...
na qual existem problemas
no começo...
no meio...
e ao fim.

... estando bem feita a lição de casa...

é um passeio no parque... onde pode se deleitar os tinpanos e os sentidos com o canto dos pássaros que invadem
a sala...
o papel...
e o lápis,

que em punho... tal qual espada... traceja as respostas do cerne o que é viver.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Eu quero...

Quero aterrorizar seu corracao...
vandalizar seus sentimentos...
e invadir seu corpo com violencia... com paixao...
          estuprando suas vaidades...

lhe privando de identidade...
ate que voce nao seja voce

e eu...
                        nao seja mais eu.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A janela...

No caminho da roça,
passo em frente ao teu portão...
em frente a tua janela.

Procuro tua silhueta...
procuro a tua janela...
dentre tantas janelas iguais aquela.

Mas o espelho me confunde.

O espelho que desenha em horizonte a bela paisagem, que em outrora, foi testemunha e pano de fundo de nossa paixão.

E penso nela...

Mas em que janela?

Pouco importa... de todas as janelas quero a da tua alma... a dos olhos dela.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A cartilha...

A vida é bem mais que a cartilha capital. Em tempo capturados a cartilha.

em tempo não quero capturar a cartilha... apenas viver o tempo e entretempos que essa cartilha nos tem a oferecer.

Carrilha que brilha. Na trilha, empilha...

espaço e entrespaços reluzem...
tal qual estrelela... que nao esta la.

Na estrela calma, o lume que desarma, desalma. Olhos ao tempo, corações ao vento. Sim, tento. É até me rei vento. De forma insana, tento ler, insano e me entrego ao sono...

Armando Coelho Neto e Antonio Moraes Filho

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Em torno...

O vento bate...
o violeiro toca...
um dedo de prosa...

a lua nascendo...
crescente... indescente...
clareando nossa silhueta...
desenhando nosso amor na areia.

As ondas do mar molham...
nossas pernas em torno...
e o prazer entorno de nós.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Na hora marcada...


Não carrego comigo a angústia de imaginar se o dia será hoje ou amanha...

a hora, se será a próxima ou a seguinte...

se aquela que não se atrasa, me deixará terminar mais um cigarro.



e se por ventura, ou desventura, o dia for hoje, a hora for esta e este for um poema de adeus...

irei em paz,

sou contente pois tenho fé...
feliz por ter poucos arrependimentos...
e livre por que vivo de amor.

domingo, 9 de agosto de 2015

... não tenho pressa.

... mais um cigarro... o terceiro seguido...

mais prego no caixão... um suicidio calculado... o pigarro... as manchas de nicotina entre os dedos...

uma morte lenta a cada trago... a cada guimbada... e a cada faisca do esqueiro... a cada sopro de fumaça  que enevoa o brilho da luz do poste que teima invadir a escuridao de meu quarto... dos meus pensamentos...

uma morte lenta...

ainda bem...

não tenho pressa.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Animais e crianças...

Certa vez.... escutei de um homem...
não tão sábio... por ter sua alma...
rasgada por tantas mágoas...
por tantas lembranças... por tanta dor...

Não se deve confiar em pessoas que não gostem nem crianças nem de animais.

Por certo... uma verdade... inexorável... e sábia.

sábado, 11 de abril de 2015

Cinco minutos...

... antes do café....
dois 5 minutos depois...
antes do almoço...
três 5 minutos depois.

5 minutos antes do jantar...
3 ou 4 cinco munutos depois.

2 cinco minutos antes de dormir.

e mais alguns 5 minutos nos intervalos.

os cinco minutos guardados...
                                                 ...
                                          ...
                                   ...
                            ...
                     ...
                            ...  dentro de cada cigarro.