terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Morre!

Não quero te machucar...
Ou te fazer sofrer...
Quero te fazer sentir tanta dor que irás desmaiar...
Irás desejar não ter nascido...
Fará os espupros que sofrestes repetidas vezes, ano após ano, parecer uma noite de romance em um conto de fadas...
Te matarei... Sem derramar uma gota de sangue, sem que te estrangule, sem que te atropele...
    destruirei...
        mastigarei...
             aniquilarei...

Teus sonhos... Prazer... E tudo que te faz viva...
Te farei sentir dor e te vilarei repetidas vez até que a morte escute teu suplício e te conceda uma passagem para longe da desgraça que tornarei tua vida.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"Gastronomia é uma arte..."

"Gastronomia é uma arte..." - Antonio Moraes Filho - Samsung Galaxy S

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

13kg... (literalmente)

Estou reaprendendo a viver...

A respirar, a caminha como se deve

         olhando pra frente, de espinha ereta e com o coraçao cada vez mais tranquilo...

Ja não carrego bagagem desnecessária...

Deixo a culpa, medo, preucupacoes e neuras no primeiro lixeiro que encontro...

São 13 kilos,
Minhas costas aguentam...
Para algo entrar,
      algo tem q sair...

Minha vida ganha minutos...
    pois nao despacho mais bagagem...

E não me preocupo se akilo que carrego me faz bem ou mal...
Pois sejam os 13 kilos usados apenas para carregar pedras...

Ha algo que me tranquiliza:
      por mais deficil de carregar que seja...
                       
                    ... nunca será mais que... 13 kilos.

Amor maior...

Sou rato acuado,
Gato safado, vadio e tarado
        a te cortejar.

Gosto de bater, apanhar
        e do que mais quiseres brincar.

Treinado na arte de amar,
        todo ralado, sujo e lascado
        pra casa posso um dia voltar.

Mas te liga!

Quando bato é pra machucar,
Quando arranho é para marcar,
Quando mordo é pra segurar,
Quando furo é para matar.

Não vou ter pena de ti...
E não tenha pena de mim...

Assim te prometo:
Sempre ser o mesmo...

Mesmo se tu me domesticar.
Assim...

"O amor não é mais o mesmo...
              pois posso ser eu mesmo...
        sem medo de leve comigo você pegar. O amor não é mais o mesmo.
                          Agora é:

                                       Amor maior."

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

... 'menino'

Nos devaneios de meus dias em minha insegurança...

Corverso e confesso 'minhas' verdades...

... Medos;
Insegurança, Egoísmo, Irredutibilidade, e tantos outros defeitos que um canalha pode ter...

Amassando e jogando no cesto de lixo uma folha de papel onde estava escrito: 'autopiedade'...

Dou a senteça e me julgo: 'Acho q na verdade o problema é que ainda sou um 'muleki'... Que ainda não 'sou homem com H'

Ela
ciente...
Justa...
E com compaixão me diz:

- Você é um HOMEM!         ...                                 ...
...
...
...
...
...menino.

Carnaval... Carnaval... |Carnaval... Carnaval...

... eu fico triste
Quando chega...
                      o Carnaval.

Minha puta...
    triste
         não canta mais...

Não adoça mais os lábios meus...
     parece ter esquecido o sorriso...
          nos lábios de quem um dia amou.

Sou pierrô sem colombina...
      e a quarta de cinzas chega antes da sexta feira gorda.

Mas o amor que guardo prela,
    continuará aqui...
Seu sorriso um dia há de se abrir...
    E a paixão pela vida...
Haverá de arder novamente em alegria neste carnaval de saudade.

... e o Adeus escrito na carta que deixei será lido por ela apenas como um até logo.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Amoroso...

Me perguntas onde estou...
Resmunga que sou apenas a sombra de quem te conquistou...
Que minha paixao murchou como a rosa com a qual te conquistei a primeira vista...

Hoje procuras neste corpo cansado o rapazote de outrora...
E o heroi de cavalo que só ingles falava...

Te rogo que entendas... As eras sao como a era e enfraquecem e sufocam a flor da paixao... Qual juvenil, fugas, efêmera... A de sucumbir ao peso dos anos...
Seus oculos é que estao embassados pela poeira do tempo...

mas todos dias te oferecerei um lenço, o mesmo lenço roxo bordado em cor amarela amor... E isso amorosamente.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Queixa.

De joelhos frente ao Criador
A incrédula criatura se queixa.
Perplexo com a perda do amor,
Pergunta - Por que me levastes a gueixa?

Armando Coelho Neto
(Tio Manduca)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Neruda e sus mañanas.

Tíbia manha sem sol no Serrado
Flores decantadas cobertas por cipós de ritiranas.
Um passaro não de todo encantado
Lhe traz Neruda e suas mañanas.

Armando Coelho Neto
(Tio Manduca)

Não quero...

Não quero teus olhos de tormenta marejados de saudade...
nem teus cabelos sedosos e perfumados...
nem tua orelha paciente confidente...
nem tuas pernas tenras e torneadas...
nem tua boca macia e saborosa...
nem tuas unhas selvagens e famintas...
nem teus seios duros e doces...
nem tua intimidade quente e molhada...

... quero tua alma.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Iracema...

Iracema...
Flor de açucena nos cabelos da morena com nome de flor...
... Flor do caminho e de outrora, uma pena.
Não te encontrar, não te ver, não sentir o aroma de café..
 e o cheiro cinza que compartilhavamos...
o sabor do tabaco, fruto do medo... sabor de pecado, do por vir.

Iracema, do caminho,
uma das que vale a pena,
       guardar,
       amar,

e plantar,

no coração.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O pássaro...


assumi ser... desde que criança, me descobri velho... pois nasci velho, consumido por pensamentos que resultaram de uma infância sempre a espera do pior. Primeiro um pássaro, não recordo bom, de que espécie, pois manchado de negro, o sangue negro, combustível do desenvolvimento agonizava, tendo a morte à espreita, vítima de mais um derramamento de óleo, desnecessário em uma praia distante de meus pensamentos, mas perto dos sentimentos que já espreitavam meu coração. Depois, a água, anuncio apocalíptico de uma guerra que já começou. A falta dela seria anúncio, fruto do desperdício e irresponsabilidades para com as matas que qual centuriões protegem a mãe de todos os frutos, animais e vida.
Então me veio outro Antônio, o dito Conselheiro, que surgindo de um livro de história me ensinou o significado do milenarismo, e de uma cultura que implica na necessidade de um fim próximo, para que o homem perceba que realmente estamos no fim... implicando então numa política de acerto de contas, da expressão do medo... medo do incerto, do que não se afere, se vê, e que só enxerga o coração do puro de fé.
Então o anuncio do bug do milênio, de outras ditaduras que surgiram com interesses não menos escusos daqueles que lucraram com a morte do mergulhão... E percebi que a propriedade, a necessidade que o homem tem de ter, prazer engatilhado pelo desejo, querer irredutível e mundano, nos distraem do que realmente importa.
Pequenas, simples, e tão importantes para uma vida de paz, contentamento e alegria... são o que realmente nos protegem do medo do incerto, do depois, do além...
A paz que hoje habita meu peito, de jovial cidadão, pacato e contente com o pouco, me veio de uma consciência de que é preciso ter medo para sentir o abismo interior que habita todo e qualquer vivente... e que a necessidade de preencher este vazio é suprida de diversas formas.
Coisas vazias, qual carro, praia, tv, futebol... distrações vis para um homem que procura preencher a aridez espiritual e que a cada passo que dá, frustra seus anseios, pois caminha na direção contrária, pois é incoerente preencher o íntimo com algo tão concreto.
Antônio me disse em sonho, que o profeta veio, e vem todos dias para aqueles que sentem sua presença... para aqueles que perceberam que nunca o etéreo será preenchido com o etílico, de cada posse, que inebria ainda mais a mente do humano mundano.
Longe de mim, pregar a pobreza absoluta, e só entenderia desta forma estas também humanas palavras, aqueles que realmente já comeram muito pão e desfrutaram de muito circo. Pelo contrário, é preciso comer, beber, sorrir, cantar, vestir e chegar... mas não fazer disso o caminho, e sim o meio.
Continuo, jovem, rebelde, e incendiário... pois o que guardo, é a imagem do pássaro... pois por ele não pude fazer nada...
Portanto, me resigno a cantar a música do pássaro que um dia cantei em viagem ao desfrutar as privações do tempo, e a tempo, perceber na atenção e sensibilidade de uma criança a esperança no amanhã.




Dedico ao tio Manduca, pela inspiração... pois estas palavras foram fruto de uma crônica publicada na revista Artigo 5o (www.revistaartigo5.org.br) que está logo abaixo... e pela graça de ser o responsável por meu primeiro impresso...




A canção é "Pássaro Proibido" em http://youtu.be/TWWnquASxxU .

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Te amo...

e insisto tanto em te dizer q quase desisto de fazer vc acreditar....
entao... qnd durmo e acordo ao seu lado... percebo q n ha jeito...
de desistir....
deixo de brigar... e como guerreiro derrotado, sigo os designios ditados por meu coracao.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Poucos principios de um fim...

Princípio físico inegável...
o que vai por onde foi...

voltará por onde veio.

O veio por onde foi...
voltará de onde veio...

Elá contente e satisfeito será.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

É notícia...

Fotógrafo: Antonio Moraes Filho
Equipamento: Suely Rios