Me sinto assim um barco a vagar... meu capitão olha o timão e sabe que está no caminho certo, mas eu descrente, e sem fé que sou, não conjugo com ele minha segurança e me sinto assim sem norte e até mesmo sem timão... Minha rosa dos ventos brigou comigo, o cravo, saí ferido, e a rosa, despedaçada, a chorar a ausência de nosso amor, briga com a solidão, o relógio e ainda comigo... meu medo é que barco a vagar que sou, de tão distante um dia não reconheça mais a rosa, que um dia não me reconheça mais cravo, mas apenas barco, e não saiba mais amar a rosa, não saiba mais viver cravo, medo de um dia sermos dois estranhos, nem rosa, nem cravo, nem barco, nem relógio.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Um barco a vagar...
Me sinto assim um barco a vagar... meu capitão olha o timão e sabe que está no caminho certo, mas eu descrente, e sem fé que sou, não conjugo com ele minha segurança e me sinto assim sem norte e até mesmo sem timão... Minha rosa dos ventos brigou comigo, o cravo, saí ferido, e a rosa, despedaçada, a chorar a ausência de nosso amor, briga com a solidão, o relógio e ainda comigo... meu medo é que barco a vagar que sou, de tão distante um dia não reconheça mais a rosa, que um dia não me reconheça mais cravo, mas apenas barco, e não saiba mais amar a rosa, não saiba mais viver cravo, medo de um dia sermos dois estranhos, nem rosa, nem cravo, nem barco, nem relógio.
Efésios 5:1-2
Me enviaram na hora certa...
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados, e andai em amor, como também cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.
Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados, e andai em amor, como também cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Quem sabe um dia...
Percebo um novo horizonte, uma nova possibilidade, novas escolhas, uma nova chance de me entender, de me enquadrar, neste mundo, de ser util e de utilizar. Mas o medo de decepcionar, me reluta em tentar, pois ja decepcionei tantas vezes, ja perdi tantas chances, a maior parte delas por nem tentar.
Alienado
Tal qual o alienista, que de tao alienista maniaco ficou, percebeu em todos algo relacionado com seu mundo, pois fazer e entender relacoes era o seu mundo, tanto que o seu mundo ficou vazio diante de tantas paranoias, tantas realacoes, tantos diagnosticos, e tanta dor. Isolamento, percebeu seu mundo cair em prantos, realidade.
E so depois de muito andar, realmente entendeu, que quem alienado era era sua era, a raiz de seus problemas, sua cor, a cor verde, sua casa, a casa verde, seu destino, a solidao.
Critica e decepcao...
Quando me dizes que acho bonito ser o que digo ser...
traduzo em mim repudia de erros e desacertos, pois nao tenho orgulho de ser o que sou, e tao pouco do que digo que sou, pois o que sou na realidade... icognita de desafios e frustracoes, inquietude e incerteza, duvida, paranoia por metodos e manias...
realizo inquieto a vontade de me adaptar a este mundo de dor em que as abstracoes humanas superam minha capacidade de conter meu choro, pais as abstracoes que presencio, beiram a psicose, beiram o ebefrenico habito de alguem que conheci a algum tempo atras, quando interno, convivi com loucos e percebi que na realidade os loucos somos nos.
traduzo em mim repudia de erros e desacertos, pois nao tenho orgulho de ser o que sou, e tao pouco do que digo que sou, pois o que sou na realidade... icognita de desafios e frustracoes, inquietude e incerteza, duvida, paranoia por metodos e manias...
realizo inquieto a vontade de me adaptar a este mundo de dor em que as abstracoes humanas superam minha capacidade de conter meu choro, pais as abstracoes que presencio, beiram a psicose, beiram o ebefrenico habito de alguem que conheci a algum tempo atras, quando interno, convivi com loucos e percebi que na realidade os loucos somos nos.
sábado, 12 de novembro de 2011
A vizinha
Por muito tempo meu consciente era amargo e cheio de razões, equações e certezas...
mas hoje diante de minhas certezas confronto dúvidas, e a té a existencia me parece questionável,
na imensidão de sofrimento por não me saber borboleta ou homem me entrego a dor de por muito viver no outro a alegria de viver, viver em busca do amor de estar ao lado de alguém que hei de fazer feliz,
todos os dias, o dia todo, incontrolável, apaixonado, vivente e errante, me desfaço em lamúrias pois sei que a felicidade sempre mora ao lado.
Linus...
Minha confusão poética me salva da angústia dos homens, da inquietude do egoísmo alheio,
Será inquieto o egoísmo dos homens ou será que me inquieto pelo egoísmo dos homens existir!?
Me condeno a um Orobórus que de boca cheia não consegue me dizer que ele também foi vítima de uma loucura qualquer, que o consumiu a viver em círculos, rodeado por tudo o que não entende, vivendo e revivendo a angústia de não entender o porquê de viver...
A culpa é sempre do outro, e as certezas e verdades também...
Mas me inquieto, pois sei que é no outro que reside também o amor, a paz de amar e se saber amado, e a luz que enxovalha e guia minha alma a vida que há de vir.
Para viver um grande amor...
A lágrima que corre em teu rosto afoga meu coração em pranto,
por me saber culpado de todo teu sofrer,
as paixões do mundo condenam-me a um inferno de dor e sofrimento em cada despedida,
em cada vão e desprezível momento de culpa por não me entregar por inteiro...
o medo que sinto é de que me conheças por inteiro, pois sei da minha incapacidade de amar,
de me deixar amar, e de viver um grande amor.
Volta...
Quando do fundo de meu egoísmo cobro de ti mais do que estou disposto a dar,
encardes de rubro vermelho vivo da paixão um vai...
me dizes que devo viver a orgia da noite,
o vil caminho dos homens de pouca fé muita paixão,
o gole de vinho de amantes de uma noite,
mas me agarras e me mantém vivo no amor que sentes por mim quando me dizes:
- Vai, mas não esquece que estou a te esperar. Volta...
Voltarei para ti...
Amo o fato de dizeres para mim que me esperas,
que quando eu estiver cansado dessa vida de amargura e dor,
paixões e decepções estarás a me esperar,
e continuarás a me amar da mesma forma que te amo,
sem responsabilidade,
pois há a certeza de que na verdade, nunca me deixaste ir.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Não sinta pena de mim...
... Só estou manipulado os fatos e as dores de minha alma ara tornar a vida um pouco mais suportável...
O relógio me bate...
Me bate as horas, e a fé me rói,
minhas costas cansadas, não aguentam mais o chicote de minhas obrigações,
de minhas escolhas e de meus erros.
Sinto vontade de pular a cerca da vontade, e mudar de time,
quem sabe apenas um amistoso ao lado do time vencedor,
mas não,
seria apenas lobo vestido de ovelha,
seria dor disfarçada de prazer,
seria um sádico fingindo dar prazer.
O relógio que me batia, agora nem sequer mostra a hora, parou pois não dei corda.
Não confio em ninguém...
O intervalo de confiança de minha vida,
compreende a inquietude de meus sentimentos,
o intervalo de vida de minha fé,
compreende o que não compreendo.
a certeza de meu afeto, detêm a paciência de minha causa.
e o flamejar de vida que existe em mim,
detêm a confiança que tenho em mim.
Egoísmo desvairado,
Idiota bem apresentável,
sinonímia de febre e calor,
luta e dor,
quero seguir em frente mas as marcas de minha vida não deixam somente uma má impressão,
deixam sofrimento, recorrência e dor.
Não confio em ninguém, pois não confio nem mesmo no vagar de meus passos,
nem mesmo no poder de meu julgo,
nem mesmo na ausência de minha parcialidade humana,
contaminada por minha vontade de deus.
O reflexo brutal de minha disfunção, é minha solidão,
sozinho que estou, vítima de mim mesmo, vítima de minha dor, de meus passos, do amor, pra bem dizer das paixões.
pra bem dizer dos amores que a vida me trouxe e tive medo de viver.
Alcool, água e óleo
Os muitos personagem que habitam minha mente, não sentem as consequências de seus atos,
não procuram viver a consequência de seus atos,
são frutos de uma imaginação, fértil, onde mais precisa, quem mais sabe,
me perco por entre atitudes frias e insalubres, por entre dor e sofrimento,
a alegria de um contamina o outro,
mas o sentimento que deveria viver, está mais para medida de um copo vazio,
ou para um como meio cheio...
derrama o óleo,
derrama o alcool,
derrama a água.
Destila minha alegria, envolve meu sofrimento, da a luz meu sentimento, pois quero sentir,
o que realmente, vive, e não o que há de convir.
O fim do dia...
Quero apenas dormir,
traçar o sentimento e isolar minha maldade ao que possa ser,
o potencial de meus atos prejudicam minha razão e tolhem minha criatividade mundana,
sinto o pouco que tenho de Deus, minha criatividade, esvair por entre meus dedos, por mais viscoso o fruto de seus milagres, tudo está a acabar, em cada dia, em cada hora, em cada vão momento que sigo vivendo, junto de mim,
quem sabe o dia de amanha realce, mais,
o que sinto de bom, o que acredito, o que espero de mim, o potencial que tanto creio,
quem sabe amanha veja o dia mais feliz,
pois seremos felizes,
serei feliz,
mais feliz,
bem feliz.
Vamos fugir...
para um lugar onde não possam nos ferir,
para um lugar onde o sol venha nos bronzear todos os dias,
a nossa pele,
o nosso astral,
a nossa vida inteira.
Vamos calçar os sapatos e abrir os braços para o que há de vir,
para o novo,
para todos os que são, que pensam que sao, e que realmente serão,
para os que vivem no passado presente e futuro,
para queles que não sao apenas museu,
mas são vida,
cinema e carochinha,
vamos deixar os peitos, livrem para aqueles que mamam,
não esperemos ouvir o choro de angustias de nossas crianças para entender que o leite que jorra de nossos corações hão de abençoa-los com o mais puro amor, com a amais fina teia de amor, que unirá nossas vidas para algo além,
de mim e de ti,
para além tudo que sabemos vida,
ara além do que sabemos mar,
terra e céu, para o que sabemos,
sentimos e viveremos.
Vamos fugir, eu, você,
mas não esquece de chamar quem mais quiser vir...
vamos fugir.
para um lugar onde o sol venha nos bronzear todos os dias,
a nossa pele,
o nosso astral,
a nossa vida inteira.
Vamos calçar os sapatos e abrir os braços para o que há de vir,
para o novo,
para todos os que são, que pensam que sao, e que realmente serão,
para os que vivem no passado presente e futuro,
para queles que não sao apenas museu,
mas são vida,
cinema e carochinha,
vamos deixar os peitos, livrem para aqueles que mamam,
não esperemos ouvir o choro de angustias de nossas crianças para entender que o leite que jorra de nossos corações hão de abençoa-los com o mais puro amor, com a amais fina teia de amor, que unirá nossas vidas para algo além,
de mim e de ti,
para além tudo que sabemos vida,
ara além do que sabemos mar,
terra e céu, para o que sabemos,
sentimos e viveremos.
Vamos fugir, eu, você,
mas não esquece de chamar quem mais quiser vir...
vamos fugir.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Adeus
O sol já nasceu e o dia, raiado, não me deixará mais dormir... a noite me beija a boca e diz: não se preocupe meu bem, novos carinhos te farei amanhã, novas angustias beberás em minha mesa e solidão, tua prostituta favorita te fará companhia novamente, apenas não esquece de voltar... ... ... ... ... "Adeus"
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